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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

TCU questiona ‘risco’ de investimento em vacina e gera desconforto

Tom da corte de Contas sobre vacina de Oxford contra covid chamou a atenção de integrantes da Saúde

Por Mariana Muniz - Atualizado em 13 ago 2020, 13h47 - Publicado em 13 ago 2020, 13h34

Causou espanto entre integrantes da Saúde o tom adotado pelo TCU no início da semana a respeito da destinação, pelo governo federal, de 2 bilhões de reais para a vacina contra o coronavírus.

Na semana passada, como antecipado pelo Radar, o presidente Jair Bolsonaro assinou uma MP que liberou a verba para as pesquisas desenvolvidas pela Universidade de Oxford e o grupo farmacêutico AstraZeneca, e que transfere a tecnologia para a Fiocruz.

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Em uma reunião realizada no Rio de Janeiro entre o ministério e autoridades do TCU, o investimento na vacina de Oxford, classificada pela OMS como “a melhor”, foi classificado como um “investimento de risco” — sob o argumento de que a eficácia das doses ainda não está comprovada.

Nesta quarta-feira, o Brasil registrou 1.164 novas mortes pela covid-19 em 24 horas, somando 104.263 óbitos decorrentes da doença desde o início da pandemia, com 58.081 novos diagnósticos confirmados.

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