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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Senado pede que STF acate suspensão de Bolsonaro das redes sociais

CPI pediu banimento após declarações falsas ligando vacinação à Aids; advocacia da Casa também solicitou quebra de sigilo telemático

Por Laísa Dall'Agnol Atualizado em 1 nov 2021, 18h02 - Publicado em 1 nov 2021, 17h47

A Advocacia do Senado se manifestou, junto ao STF, a favor da decisão da CPI da Covid que determinou a quebra do sigilo telemático do presidente Jair Bolsonaro e que propôs uma ação pedindo o banimento de contas a ele associadas nas redes sociais.

A medida da CPI foi ensejada pela live de Bolsonaro, em 21 de outubro, na qual ele apontava uma conexão falsa entre a vacina contra a Covid-19 e o vírus da Aids. A comissão classificou as declarações como fake news e apontou gravidade no fato de que o presidente “tem um séquito de radicais que aderem cegamente às prescrições mais absurdas emanadas do Chefe do Poder”.

“As ‘fake news’ (…) tinham o claro propósito de sabotar a campanha de vacinação coordenada pelo Ministério da Saúde em articulação com estados, municípios e organismos internacionais, o que configura em tese crime de responsabilidade”, diz o documento enviado ao Supremo.

A manifestação de agora da Advocacia do Senado é uma resposta a um mandado de segurança ajuizado no STF pela Advocacia-Geral da União — responsável pela defesa de Bolsonaro — contra as medidas aprovadas pela CPI.

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