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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Senado estende período remoto e sessão presencial pode voltar só em 2021

Volta "ao normal" pode não se dar na gestão de Alcolumbre; não ao menos nessa

Por Evandro Éboli Atualizado em 18 nov 2020, 20h02 - Publicado em 18 ago 2020, 14h17

Sem perspectiva de quando o trabalho presencial voltará – o que só pode ocorrer em 2021 – o Senado estendeu por mais 6 meses a permissão para que servidores e senadores acessem de suas residências todo o sistema da Casa.
Esse prazo venceria agora em agosto. Agora, segue até fevereiro do ano que vem. Se não fosse renovada essa autorização, não seria possível a continuidade do teletrabalho, e elaboração de documentos, ofícios e projetos de lei, por exemplo, estaria prejudicada.

Se trata de um pré-requisito.

A medida é uma sinalização de que não há, a curto prazo, expectativa que as sessões de votação voltem a ser presenciais.

Dificilmente deve retornar esse ano. A pandemia do coronavírus no Distrito Federal só cresce.

Um ato do primeiro-secretário do Senado, senador Sergio Petecão, estendeu por seis meses essas medidas para facilitar o home office.

No início da pandemia, em março, o Senado já havia adotado medidas como suspensão das sessões presenciais de votação, acesso restrito a apenas pessoal credenciado – caso de servidores e jornalistas – e suspensão da visita de turistas às instalações do prédio.

O retorno das sessões presenciais de votação podem não ocorrer na gestão de Davi Alcolumbre. A não ser, que o senador seja reeleito para o cargo. Aí, é outra história.

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