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Semente ‘perigosa’ enviada por correio gera atrito entre ruralista e China

Bancada do agro, produtores e órgãos de governo alertam sobre "brinde perigoso" inseridos em encomendas de outros produtos feitas por brasileiros

Por Evandro Éboli Atualizado em 23 set 2020, 13h27 - Publicado em 23 set 2020, 13h28

Brasileiros abrem nova frente de celeuma com os chineses. O setor ruralista – de entidades do campo, produtores e bancada ruralista – iniciou uma campanha contra um estranho e misterioso  movimento que registraram recentemente.

Consumidores do Brasil que fazem compra por encomenda de produtos da China estão recebendo também saquinhos com sementes, que não guardam relação com os pedidos feitos pelos usuários do serviço.

A situação chamou a atenção também da Companhia de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), que emitiu uma nota sobre o assunto, alertou à população a não plantar e tratou as sementes como um “brinde perigoso”.

Diz o comunicado: “Recebeu algum pacote de sementes sem que tenha solicitado? Não abra! Não semeie! Não jogue no lixo!”. A Cidasc está recolhendo esses produtos.

A bancada ruralista no Congresso também se movimenta e espalha esse alerta nas suas redes. O senador Luís Carlos Heinze (PP-RS), um dos líderes desse grupo, é um deles. O parlamentar faz o alerta se alguém receber sementes da China, que comunique a alguma autoridade e diz no final: “Perigo: não abra, não manuseie, não plante essas sementes”.

Abaixo, a mensagem do senador gaúcho.

///Reprodução
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