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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Sem paz

O ano chega ao fim e não houve qualquer reaproximação de peemedebistas e a Igreja Universal, responsáveis por uma das campanhas eleitorais mais agressivas dos últimos tempos no Rio de Janeiro (Luiz Fernando Pezão versus Marcelo Crivella). Pelo contrário: dos dois lados, o clima ainda é de rancor e vontade de vingança.

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 02h24 - Publicado em 30 dez 2014, 14h33
crivella e pezão

Efeitos da agressividade no segundo turno

O ano chega ao fim e não houve qualquer reaproximação de peemedebistas e a Igreja Universal, responsáveis por uma das campanhas eleitorais mais agressivas dos últimos tempos no Rio de Janeiro (Luiz Fernando Pezão versus Marcelo Crivella). Pelo contrário: dos dois lados, o clima ainda é de rancor e vontade de vingança.

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