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Saída de Cunha não anula impeachment, opina advogado que propôs ação

Um dos advogados que assinaram a ação impetrada pela Rede no STF para afastar Eduardo Cunha, Eduardo Mendonça recebeu diversas ligações nesta tarde. Todos perguntam se a aprovação da peça iria desfazer ou anular o impeachment de Dilma Rousseff, cuja votação foi conduzida por Cunha. A cada um que lhe telefona, o advogado repete que […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 22h49 - Publicado em 5 Maio 2016, 18h28
Cunha: pressa

Cunha: atos não são nulos

Um dos advogados que assinaram a ação impetrada pela Rede no STF para afastar Eduardo Cunha, Eduardo Mendonça recebeu diversas ligações nesta tarde.

Todos perguntam se a aprovação da peça iria desfazer ou anular o impeachment de Dilma Rousseff, cuja votação foi conduzida por Cunha.

A cada um que lhe telefona, o advogado repete que não e cita trecho da peça: “Embora não se cogite da nulidade dos atos praticados até o reconhecimento da inconstitucionalidade ora declarada, impõe-se o exame célere da matéria”.

Ou seja, segundo o advogado, todos os atos, até o STF dizer se Cunha pode ou não seguir, estão mantidos.

Vale lembrar ainda que Mendonça já escreveu artigos e deu entrevistas falando que o impeachment não é golpe.

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