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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Radar TVeja: Processo no Conselho de Ética vira ‘suruba política’

O processo de cassação do mandato de Eduardo Cunha no Conselho de Ética virou uma pantomima grotesca. Ou, no dizer de um dos integrantes do próprio colegiado, uma suruba política. Empacado, o órgão não consegue avançar na discussão. Cunha tem a vantagem de ser um exímio jogador com o regimento da Casa que dirige, e […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 23h28 - Publicado em 23 fev 2016, 21h29

http://videos.abril.com.br/veja/id/faf15a796b7be10edd07b673bdea7248?

O processo de cassação do mandato de Eduardo Cunha no Conselho de Ética virou uma pantomima grotesca. Ou, no dizer de um dos integrantes do próprio colegiado, uma suruba política.

Empacado, o órgão não consegue avançar na discussão. Cunha tem a vantagem de ser um exímio jogador com o regimento da Casa que dirige, e de ter do outro lado parlamentares menos sofisticados, como o presidente do conselho, José Carlos Araújo.

O fato é que, se depender do ritmo atual e do STF, que deu decisões contrárias tanto a pedidos do peemedebista quanto do conselho de ética, é capaz de Cunha ainda passar o cargo ao sucessor, no ano que vem.

O único porém à estratégia do deputado é o próprio Supremo, que deve marcar na semana que vem, finalmente, a sessão que vai analisar se acolhe ou não a denúncia contra ele na Lava-Jato.

Fora de seu habitat natural, a Câmara, Cunha tem menos margem de manobra.

A suruba, para acabar, vai depender do escrutínio dos vetustos senhores e senhoras togados do outro lado da Praça dos Três Poderes.

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