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Prova real

Não era à toa a paúra dos servidores selecionados para acompanhar Dilma Rousseff à Guiné Equatorial, em janeiro. Às vésperas do embarque, a turma temia contrair moléstias comuns na região, como ocorreu com dois funcionários do Itamaraty (Leia mais em: Inclua-me fora dessa). Não deu outra. Ao voltarem da viagem, pelo menos dois deles integrantes […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 06h41 - Publicado em 13 mar 2013, 09h32

Servidores com malária

Não era à toa a paúra dos servidores selecionados para acompanhar Dilma Rousseff à Guiné Equatorial, em janeiro.

Às vésperas do embarque, a turma temia contrair moléstias comuns na região, como ocorreu com dois funcionários do Itamaraty (Leia mais em: Inclua-me fora dessa). Não deu outra.

Ao voltarem da viagem, pelo menos dois deles integrantes do staff de Dilma descobriram que estavam com malária.

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