Clique e Assine por apenas R$ 0,50/dia
Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Presidente do Conselho de Ética: “é excesso” cassar Eduardo por AI-5

Juscelino Filho (DEM-MA) sorteia hoje relatores dos casos do filho do presidente; mas acha exagero que perca o mandato

Por Evandro Éboli Atualizado em 30 jul 2020, 19h17 - Publicado em 26 nov 2019, 10h14

O Conselho de Ética começa a tratar hoje das representações contra Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). O filho do presidente é alvo de três acusações, duas envolvem sua defesa da volta do AI-5. Quatro partidos de oposição foram os autores.

A terceira tem o próprio PSL como autor e em defesa de Joice Hasselmann, que acusa Eduardo de promover um “linchamento virtual” contra ela nas redes, que a fez perder milhares de seguidores digitais.

O deputado Juscelino Filho (DEM-MA) acha que a imunidade por opinião de um parlamentar não pode também aceitar qualquer coisa, como defesa do AI-5, mas contou ao Radar que não acha ser também caso de cassação do mandato.

“Acho perda de mandato um excesso. Mas não cabe a mim esse julgamento. Vou conduzir os trabalhos. Só votarei em caso de empate”, disse Juscelino ao Radar.

O presidente repetiu o que acha do conteúdo da fala de Eduardo, que defendeu a volta desse ato da ditadura em caso de manifestações de rua.

“Minha manifestação foi de caráter pessoal, opinião pessoal. Não como presidente do conselho. Acho isso em relação a qualquer parlamentar. Até opinião tem seus limites. Não se pode instigar esse tipo de coisa, com esses exageros”.

Continua após a publicidade
Publicidade