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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Por Lula preso, partido autor da ação altera posição sobre 2ª instância

Patriota, ex-PEN, quando ajuizou a ação, em 2016, era a favor de prisão somente após condenação em tribunal superior.

Por Evandro Éboli - Atualizado em 16 out 2019, 22h06 - Publicado em 16 out 2019, 22h05

Para manter Lula preso, o Patriota, partido que foi o autor da ADC (Ação Direta de Constitucionalidade) contra a prisão após segunda instância, em 2016, mudou de opinião.

A legenda defenderá nesta quinta na tribuna no STF ser favorável a prisão imediatamente após a condenação em segunda instância.

Desde que o petista foi condenado, o Patriota adotou esse posicionamento. Quando ajuizou a ação, a legenda era batizada de Partido Ecológico Nacional (PEN).

O presidente do Patriota, Adilson Barroso, desconversou hoje e disse que o PEN “sempre” foi a favor a prisão em segunda instância.

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“Sempre defendemos isso. E não sabíamos de Lula nem dos outros tantos que foram condenados. Não tínhamos bola de adivinha” – disse Barroso.

O PEN entrou com a ação três anos atrás a pedido do bispo Manoel Ferreira, uma das principais lideranças evangélicos. Ferreira convivia com uma questão familiar e tinha interesse pessoal na questão.

O deputado Pastor Eurico (Patriota-PE) está comandando esse processo no STF. O advogado que fará a sustentação é ligado ao parlamentar.

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