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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Pauta radical

Dilma Rousseff deve aproveitar o ambiente de cessar fogo com o Congresso e procurar Henrique Eduardo Alves, caso queira evitar outra bomba explodindo na Câmara. Depois de capitanear a aprovação do orçamento impositivo na Comissão Especial da Casa formada para debater a proposta, Henrique Alves agora mira em outra prioridade capaz de sacudir o Palácio […]

Por Da Redação - Atualizado em 31 jul 2020, 05h40 - Publicado em 7 ago 2013, 15h29

Prioridade traçada

Dilma Rousseff deve aproveitar o ambiente de cessar fogo com o Congresso e procurar Henrique Eduardo Alves, caso queira evitar outra bomba explodindo na Câmara.

Depois de capitanear a aprovação do orçamento impositivo na Comissão Especial da Casa formada para debater a proposta, Henrique Alves agora mira em outra prioridade capaz de sacudir o Palácio do Planalto: a votação do projeto que destina recursos do royalties do petróleo à educação.

A versão que está prestes a passar pelo Plenário da Câmara é tudo o que Dilma não quer. As últimas rodadas de negociação com os parlamentares, em mais uma tentativa do governo de protelar a votação e mexer no texto, não saíram do zero (Leia mais em: Ponta do lápis e Nem um milímetro);

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Henrique Alves adianta seus planos:

– Vou radicalizar em relação a esse tema. Há uma Medida Provisória trancando a pauta agora. Assim que for destrancada, vou pautar o projeto dos royalties. E por mim, enquanto a Câmara não votá-lo, a Casa não votará mais nada. O texto principal já foi aprovado, só faltam os destaques. Se tudo correr como imagino, vou pautá-los na terça-feira e forçar para o Plenário apreciá-los rapidamente.

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