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Palocci no limite

Ao analisar as atividades de superconsultor de Antonio Palocci, um ministro do Supremo concordou a tese defendida pelo advogado dele, José Roberto Batochio em artigo ontem na Folha de S.Paulo: é crime, sim, se Palocci abrir os clientes contratados sob cláusulas de confidencialidade. A única exceção ocorreria se houver dinheiro público envolvido nesses contratos.

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 11h49 - Publicado em 31 Maio 2011, 11h34

Ao analisar as atividades de superconsultor de Antonio Palocci, um ministro do Supremo concordou a tese defendida pelo advogado dele, José Roberto Batochio em artigo ontem na Folha de S.Paulo: é crime, sim, se Palocci abrir os clientes contratados sob cláusulas de confidencialidade. A única exceção ocorreria se houver dinheiro público envolvido nesses contratos.

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