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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Os primeiros ‘tiros’ de Moro no PT e em Bolsonaro

O ex-juiz da Lava-Jato, como se sabe, é a única força capaz de unir petistas e bolsonaristas -- no ódio contra ele

Por Robson Bonin Atualizado em 27 out 2021, 10h24 - Publicado em 27 out 2021, 08h40

A caminho da candidatura ao Planalto em 2022, Sergio Moro já começou a atirar nas duas forças que devem se unir nos próximos meses para atacá-lo.

Ao falar das mudanças na Lei de Improbidade Administrativa que entraram em vigor nesta semana, o ex-juiz da Lava-Jato disse que um petista relatou as mudanças que “retiraram de cena mais um instrumento contra a corrupção”.

Além de acusar o petismo de facilitar a vida dos corruptos, Moro bateu em Jair Bolsonaro por tabelar com a esquerda ao não vetar as mudanças. “O presidente da República poderia ter vetado, mas preferiu o retrocesso”, diz Moro.

O ex-juiz da Lava-Jato, como se sabe, é a única força capaz de unir petistas e bolsonaristas. Algoz de Lula e ex-auxiliar de Bolsonaro, Moro deixou inimigos nos dois campos da polarização que domina o país desde as eleições de 2018.

Com a nova Lei de Improbidade Administrativa, danos causados por imprudência, imperícia ou negligência não podem mais ser configurados como improbidade para punir gestores públicos imprudentes.

 

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