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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Na penúltima semana, CPI ouve ‘fujões’ que se internaram para não depor

Depoimentos de Marcos Tolentino e Marconny Albernaz de Faria estão marcados para terça e quarta-feira

Por Gustavo Maia Atualizado em 9 set 2021, 18h40 - Publicado em 13 set 2021, 06h01

Naquela que deve ser a penúltima semana, se tudo ocorrer como previsto, a CPI da Pandemia tem dois depoimentos marcados para ouvir dois personagens que, coincidentemente, se internaram em unidades do Hospital Sírio Libanês e não compareceram ao Senado nas datas de suas convocações. Os senadores que integram a comissão já prometeram não encerrar os trabalhos antes de ouvir a dupla de fujões.

Na terça, a CPI deve ouvir o advogado Marcos Tolentino, acusado de ser sócio oculto da FIB Bank — empresa, que não é banco, que apresentou carta-fiança em nome da Precisa Medicamentos no malfadado contrato da compra da vacina indiana Covaxin pelo Ministério da Saúde. Tolentino é ligado ao líder do governo Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros.

Já na quarta, está marcada a oitiva de Marconny Albernaz de Faria, apontado como lobista da Precisa. A comissão dispõe de milhares de mensagens do depoente, que chegaram aos senadores através de uma investigação do MPF no Pará. O filho mais novo e a segunda ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro aparecem nas conversas, assim com a sua advogada, Karina Kufa.

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