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Justiça nega pedido de liberdade do empresário Mário Peixoto

TRF2 analisou habeas corpus do empresário preso por suspeita de participação em esquema criminoso na Saúde do Rio

Por Mariana Muniz Atualizado em 16 jul 2020, 21h42 - Publicado em 15 jul 2020, 17h20

O empresário Mário Peixoto, preso por suspeita de participação no esquema criminoso na Saúde do Rio envolvendo a construção de hospitais de campanha para pacientes com Covid-19, vai passar mais algum tempo preso. Alvo da Operação Favorito, ele era o principal fornecedor de mão-de-obra do Palácio Guanabara.

A Primeira Turma Especializada do TRF2 negou, por maioria de votos, nesta quarta-feira o pedido de habeas corpus corpus apresentado pela defesa de Peixoto, que já foi denunciado pelo MPF por lavagem de dinheiro, organização criminosa e obstrução à investigação.

Além do empresário, tiveram negados os pedidos de liberdade o filho dele, Vinicius Peixoto, Alessandro Duarte e Cassiano Luiz da Silva. Devido a um pedido de vista, a análise sobre o ex-deputado Paulo Melo, também preso na Operação Favorito, só será concluída depois.

Mário Peixoto está preso em Bangu 8 desde o dia 14 de maio.

ATUALIZAÇÃO, ÀS 21H29 DE 16/7/2020: Procurada pelo Radar, a defesa de Mário Peixoto disse que irá recorrer da decisão ao STJ. Segundo os advogados Afonso Destri e Alexandre Lopes, a prisão de Mário Peixoto é “absolutamente desnecessária porque ele ainda está respondendo a um processo”.

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