Assine VEJA a partir de R$ 9,90/mês.
Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Pedro Carvalho. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Jader sem olho no Supremo

Jader Barbalho, que renunciou ao mandato esta manhã (leia mais na nota postada às 10h49), não deixou a Câmara por causa do Supremo. Nenhuma das seis ações penais a que ele responde no STF está prestes a ser julgada – faltam ser instruídas com depoimentos, diligências e opinião do Ministério Público, por exemplo. E, ainda […]

Por Da Redação - Atualizado em 21 fev 2017, 08h46 - Publicado em 30 nov 2010, 16h03

Jader Barbalho, que renunciou ao mandato esta manhã (leia mais na nota postada às 10h49), não deixou a Câmara por causa do Supremo. Nenhuma das seis ações penais a que ele responde no STF está prestes a ser julgada – faltam ser instruídas com depoimentos, diligências e opinião do Ministério Público, por exemplo.

E, ainda assim, faltando duas semanas para o início do recesso do Judiciário dificilmente esses processos estariam prontos para serem apreciados (mesmo se a instrução dos processos tiver sido concluída, os relatores dessas ações não teriam tempo hábil para levarem o caso para plenário).

Somente com essa última condição é que Jader não poderia mais renunciar ao mandato de deputado. Diz o advogado de Jader, Eduardo Alckmin:

Publicidade

– A renúncia de Jader não foi uma manobra. Foi um gesto político.

Publicidade