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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Indiciamento de Flávio Bolsonaro é o combustível da crise na CPI

Filho do presidente, que chamou Calheiros de vagabundo na sessão de 12 de maio, recebeu o 'troco' no relatório final da comissão

Por Robson Bonin Atualizado em 19 out 2021, 18h56 - Publicado em 19 out 2021, 18h30

A guerra nos bastidores da CPI da Pandemia tem nome: Flávio Bolsonaro. Senadores da oposição ao Planalto tentavam no fim de semana tirar o filho do presidente da lista de alvos do relatório final.

Por ser senador e integrante da comissão, Flávio conquistou a compaixão de alguns integrantes da CPI que fazem oposição ao governo de Jair Bolsonaro.

O clima de ternura acabou, no entanto, quando a ideia de livrar o filho do presidente chegou aos aliados de Calheiros. Os senadores, assim como o próprio relator, não esqueceram do papel de Flávio na fatídica sessão de 12 de maio em que, aos berros, chamou Calheiros de vagabundo.

Um dia a fatura chega. E chegou nesta semana, com o vazamento da lista de indiciados, que dificultou a atuação dos salvadores de Flávio. Afinal, com a lista já pública, os senadores da CPI que desejavam livrar o filho do presidente se viram obrigados a sair dos bastidores para atacar o texto de Calheiros. Com a eleição logo ali, quem se atreveria a defender Flávio em plena luz do dia?

E assim a CPI viveu horas de intrigas públicas — bem menos acaloradas nos bastidores, claro.

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