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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Home office é mais difícil para mulheres e mães, diz pesquisa

Levantamento sugere que 40% dos trabalhadores em situação remota não estão bem emocionalmente

Por Mariana Muniz - 7 abr 2020, 07h28

Resultados parciais de uma pesquisa sobre home office realizada pela startup Pin People com 30 mil trabalhadores do Brasil e de outros países da América Latina mostra que, por enquanto, a experiência de trabalho remoto tem sido mais difícil para as mulheres do que para os homens.

As mulheres, de acordo com o levantamento, relatam estarem com saúde mental mais crítica. E as mães dizem estar tendo uma experiência de trabalho remoto mais difícil do que os pais.

A pesquisa também sugere que cerca de 40% dos colaboradores não estão bem emocionalmente. Outro dado apreendido é o de que as pessoas em casa têm dificuldade de estabelecer uma rotina clara de trabalho e de respeitar a rotina dos outros.

Mais de 100 empresas, como Totvs, Sodexo, Natura, Pearson e Alelo participam do levantamento. O objetivo é identificar o quanto as companhias estão preparadas para implementar o modelo de trabalho remoto.

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A pesquisa é feita com base em uma metodologia focada em dimensões para o trabalho remoto, incluindo aspectos como: eNPS (métrica de experiência do colaborador); conforto com a rotina de trabalho; clareza de atividades no dia-a-dia; colaboração à distância; disponibilidade e suporte do gestor; acesso às ferramentas e aos sistemas; nível de produtividade em equipe; respeito aos horários de trabalho; comunicação clara no que tange as medidas de cautela frente ao Covid-19; e saúde emocional.

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