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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Governo vai gerir empresas usadas pelo crime para lavar dinheiro

Plano do Ministério da Justiça é usar interventores do Conselho Federal de Administração para manter os negócios confiscados e depois leiloá-los

Por Robson Bonin Atualizado em 8 jun 2020, 14h31 - Publicado em 8 jun 2020, 15h25

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça fechou uma parceria com o Conselho Federal de Administração para criar um banco de dados de profissionais habilitados a gerenciar empresas confiscadas em operações contra o crime organizado e o combate à lavagem de dinheiro no Brasil ou no exterior.

O objetivo da pasta de André Mendonça é evitar a depreciação dos negócios ou estabelecimentos usados para praticar o crime de lavagem de dinheiro.

Os administradores cadastrados no banco de profissionais habilitados poderão ser acionados para gerir esses empreendimentos, além de contribuir para a manutenção do valor econômico do patrimônio e para a geração de recursos para a União.

Nos casos relacionados ao tráfico de drogas, o montante será destinado ao Fundo Nacional Antidrogas para financiar políticas públicas de combate às drogas.

O acordo firmado com o conselho também viabiliza a avaliação de estabelecimentos empresariais e seus ativos apreendidos para posterior alienação em leilão.

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