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Gilmar disse tudo o que Eduardo Cunha gostaria de ouvir

Ministro esculhamba prisões preventivas durante sessão da segunda turma de hoje, véspera do julgamento do habeas corpus do ex-deputado

Por Gabriel Mascarenhas - Atualizado em 7 fev 2017, 19h28 - Publicado em 7 fev 2017, 18h22

Se Eduardo Cunha ficar sabendo do que Gilmar Mendes disse há pouco no Supremo, ficará mais entusiasmado do que em reunião com empreiteiros.

Durante a sessão da segunda turma do STF, o conselheiro de Michel Temer criticou o que chamou de “alongadas prisões que determinam em Curitiba”. Mas a incontida esperança de Cunha não se sustenta em apenas em um pilar.

Até a estátua que fica em frente ao Supremo enxerga que o histórico ex-presidente da Câmara conta com o voto de Dias Toffoli para deixar a cadeia amanhã, quando o plenário do tribunal analisará o pedido de habeas corpus do peemedebista.

Cunha se fia na decisão em que Toffoli mandou soltar o ex-ministro Paulo Bernardo, em junho do ano passado, ocasião em que o ministro também criticou o encarceramento preventivo.

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Mas pelo menos até agora, a conta de Cunha não deveria ensejar tanto otimismo. Além de Toffoli e Gilmar, ele precisa de mais três magistrados dispostos a conceder-lhe a liberdade.

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