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Executivo que não colaborou deve ficar preso, diz procurador

Na sessão de quinta-feira da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça), o procurador da República Mario Ghizzi, ao fazer a sustentação oral contra a concessão de habeas corpus para Marcio Faria, executivo da Odebrecht, cometeu um ato falho. No entendimento da defesa, o procurador praticamente explicitou que a razão de prolongar as prisões […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 23h56 - Publicado em 4 dez 2015, 17h31
Faria: como não colaborou, fica preso?

Faria: como não colaborou, fica preso?

Na sessão de quinta-feira da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça), o procurador da República Mario Ghizzi, ao fazer a sustentação oral contra a concessão de habeas corpus para Marcio Faria, executivo da Odebrecht, cometeu um ato falho.

No entendimento da defesa, o procurador praticamente explicitou que a razão de prolongar as prisões preventivas é incentivar os investigados a partirem para a delação premiada.

“Na verdade, o que se vê é que o ilustre peticionário está pisoteando na Justiça, porque faz o que quer, enfim, mesmo com todas as providências tomadas continua a se recusar a prestar qualquer colaboração à Justiça. E agora vem pedir que seja liberado porque considera que inexistem elementos para sua prisão”, disse Ghizzi.

 

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