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Eleições racham a igreja Assembleia de Deus

Henrique Meirelles, Flavio Rocha e Jair Bolsonaro tentam garantir fatia dos votos evangélicos

A Assembleia de Deus rachou. E isso acirra a disputa pelos milhões de votos evangélicos dessa congregação.

Há décadas, o presidente é o pastor José Wellington, mas uma das principais lideranças era Samuel Câmara. Acontece que Samuel saiu da aba do Zé Wellington e criou um novo ministério, chamado Convenção das Assembleias de Deus do Brasil.

Sob seu comando, já há 5 mil igrejas que eram do ministério Belém.

Quase que como regra, a sucessão no comando das igrejas evangélicas se dá entre a família. E o Zé Wellington tem pelo menos dois filhos – ambos com mandato político – que poderiam assumir o comando da AD Belém. Agora, com esse racha, o cenário muda completamente.

Lembrando que esse é um eleitorado disputadíssimo. Henrique Meirelles, Flavio Rocha e Jair Bolsonaro já estavam tentando garantir sua fatia.

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  1. Veja como sempre tentado dividir os votos da direita. Meireles e Flavio Riachuelo nunca foram de direita e não tem chance nenhuma pois não tem carisma popular. Melhor Jair se acostumando Veja!

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  2. O voto evangélico, em princípio, é um voto conservador, independente da denominação do ministério. Só há um pré-candidato conservador competitivo em 2018.

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  3. Samuel Hissa Leite

    Já foi a época em que os crentes ouviam indicações dos seus pastores a respeito de politicos e concordavam com os pastores.
    Outra coisa com a divisão da CGADB e criação da CADB o ministério do Belém não perdeu nenhuma igreja para o Pr. Samuel Camara. A CGADB sim perdeu pastores que se filiaram á outra convenção.
    CGADB não é Ministério do Belém. (quem fez a matéria deveria conhecer do assunto para falar alguma coisa).
    Samuel Hissa

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