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Documento de Mourão cita interesse da China sobre recursos da Amazônia

Grupo do governo diz que "regiões ricas em recursos naturais estratégicos", como o Brasil, são alvo dos asiáticos

Por Evandro Éboli Atualizado em 13 nov 2020, 13h32 - Publicado em 13 nov 2020, 14h31

O barulhento documento com ações estratégicas do Conselho Nacional da Amazônia Legal, que irritou o presidente Jair Bolsonaro nesta quinta, trata também da preocupação com a exploração das riquezas amazônicas por parte de estrangeiros.

O texto, de 62 páginas, traz o capítulo “Amazônia como espaço vital para o mundo”. Ali, diz que a sobrevivência do poder hegemônico de países como Inglaterra, França, Alemanha e Estados Unidos depende do acesso a recursos naturais de outras nações, como o Brasil.

E, claro, cita a China, a obsessão bolsonarista, como um dos países que estariam de olho no que temos por aqui.

“A entrada da China no seleto grupo de grandes potências econômicas hegemônicas do mundo, contextualiza uma nova realidade global, na qual regiões ricas em recursos naturais estratégicos passam a ser o alvo das políticas externas do governo chinês”.

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