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Desembargadora presa na Lava-Toga baiana se oferece para delatar

Investigada por participar de um esquema de vendas de sentenças, a desembargadora, que já presidiu o tribunal baiano, foi presa em novembro do ano passado

Por Robson Bonin Atualizado em 31 jan 2020, 16h02 - Publicado em 31 jan 2020, 08h32

Presa por venda de sentenças no Tribunal de Justiça da Bahia, a desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago enviou recados ao Ministério Público Federal de que pode delatar.

Investigada por supostamente participar de um esquema de vendas de sentenças na Corte, a desembargadora, que já presidiu o tribunal baiano, foi presa em novembro do ano passado.

O ministro do STJ Og Fernandes decretou a prisão preventiva dela depois que a Procuradoria-Geral da República obteve elementos de que ela estaria destruindo provas e descumprindo a ordem de não manter contato com funcionários do tribunal.

ATUALIZAÇÃO, 16H — A assessoria do advogado André Callegari, que defende a desembargadora, entra em contato com o Radar para negar o interesse de Maria do Socorro em delatar: “A defesa da ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia Maria do Socorro Barreto Santiago rechaça qualquer possibilidade de uma delação premiada por parte da desembargadora. A justificativa para essa postura é simples: não há o que delatar. É importante ressaltar que não houve por parte da desembargadora, de sua defesa ou de seus prepostos qualquer contato com o Ministério Público Federal em que se tenha mencionado uma suposta colaboração”.

O Radar mantém a informação.

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