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Desconforto por ser atropelado por outra ação fez Teori antecipar liminar

Teori Zavascki concedeu liminar afastando Eduardo Cunha da presidência da Câmara e do mandato de deputado federal porque se sentiu desconfortável com a possibilidade de a ADPF pedindo a mesma coisa, que foi impetrada nesta semana, ser julgada antes do pedido que estava com ele. O julgamento da ADPF do deputado Alessandro Molon (Rede) foi […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 22h49 - Publicado em 5 Maio 2016, 10h17
Cunha: na mira do relator

Cunha: na mira do relator

Teori Zavascki concedeu liminar afastando Eduardo Cunha da presidência da Câmara e do mandato de deputado federal porque se sentiu desconfortável com a possibilidade de a ADPF pedindo a mesma coisa, que foi impetrada nesta semana, ser julgada antes do pedido que estava com ele.

O julgamento da ADPF do deputado Alessandro Molon (Rede) foi marcado com urgência a pedido do relator, Marco Aurélio Mello.

Teori se viu diante da situação de ter de votar na ADPF antes de divulgar seu voto no pedido de afastamento de Cunha que estava com ele desde o ano passado, feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Com isso, ele antecipou a liminar e pedirá que os dois pedidos sejam analisados em conjunto pelo plenário. Seu voto nos dois casos já seria pelo afastamento.

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