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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Depois de votar denúncia, governo vai insistir na Previdência

Ideia é manter três pontos considerados estratégicos

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 20h42 - Publicado em 24 out 2017, 20h07

O governo já decidiu: depois do Congresso votar a denúncia contra o presidente Michel Temer na próxima quarta (25), voltará com toda força ao tema da reforma da Previdência. 

Temer quer manter três pontos, que, em sua visão, correspondem a 75% do que precisa ser feito.

O primeiro é a idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 para homens.

O outro é o regime único de aposentadoria, que pretende extinguir privilégios de servidores públicos.

E, por fim, as regras de transição, que preveem idade mínima é 53 anos para mulheres e de 55 anos para homens a partir da entrada em vigor da reforma. 

O ministro Eliseu Padilha já escalou, inclusive, o relator da reforma, deputado Arthur Maia (PPS-BA), para avaliar junto as bancadas qual é o termômetro dos congressistas. 

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