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Depois de Onyx, cinco deputados entram na fila para confessar caixa dois

Ministro de Jair Bolsonaro admitiu ter recebido dinheiro por fora da J&F nas campanhas de 2012 e 2014

Por Robson Bonin Atualizado em 14 ago 2020, 09h56 - Publicado em 14 ago 2020, 08h08

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, fechou recentemente um acordo com a PGR para encerrar a investigação sobre caixa dois nas campanhas eleitorais dele em 2012 e em 2014.

Primeiro beneficiário do chamado “acordo de não-persecução penal”, previsto na Lei Anticrime, que entrou em vigor em 23 de janeiro, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, fez escola.

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Pelo menos cinco deputados buscam na PGR a mesma aberturada dada ao ministro de Jair Bolsonaro para perdoar seus pecados.

Graças ao acordo, Onyx admitiu ter bancado suas campanhas em 2012 e 2014 com dinheiro da J&F não declarado à Justiça Eleitoral. O ministro de Bolsonaro acertou o pagamento de 189.000 reais em compensação.

Os parlamentares que já bateram na porta da PGR para pleitear o acordo buscam as mesmas regras usadas para Onyx para acertarem suas pendências. As discussões estão em andamento.

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