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Cunhado de ministro abatido em delação curtia briga de torcidas

Ele participou de uma batalha campal na arquibancada de um jogo entre Vasco e Atlético Paranaense, em 2013

Por Gabriel Mascarenhas 14 ago 2017, 14h28

A delação que complica a vida do ministro da Saúde, Ricardo Barros, passa pela acusação de pagamento de propina ao cunhado dele, Juliano Borghetti.

O petardo contra Barros nasce com a Operação Quadro Negro, que investiga um esquema de tramoias com o dinheiro público que deveria financiar a construção de escolas no Paraná.

Ex-vereador por Curitiba, Borghetti é irmão da vice-governadora do estado, Cida Borghetti, casada com o ministro da Saúde, e chegou a ser preso temporariamente em 2015, quando a operação foi às ruas.

Mas não foi a primeira vez que ele experimentou a notoriedade nacional. Em 2013, Borghetti estrelou um episódio nada engrandecedor.

Na ocasião, foi flagrado numa batalha campal travada entre torcidas organizadas de Vasco e Atlético Paranaense, na Arena Joinville, em 2013. Borghetti compunha a facção atleticana que trocava pancadas com os vândalos adversário.

Pelo visto, a figura gosta de brilhar. O próximo ato depende do ministro do STF Luiz Fux, a quem cabe decidir sobre a homologação da delação que compromete Ricardo Barros e seu cunhado.

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