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Climão na sala vip do STF

Logo após a chegada de Eduardo Cunha ao STF para a cerimônia de abertura do ano judiciário, a segunda autoridade a ingressar na sala vip da Corte foi Rodrigo Janot. Tanto Cunha quanto Janot estavam acompanhados pelos seus respectivos assessores. Para evitar um constrangimento maior os dois se cumprimentaram rapidamente e um silêncio nada agradável […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 23h37 - Publicado em 1 fev 2016, 14h40
Cunha: ele fala, os procuradores adoram

Cunha e Janot: climão no STF

Logo após a chegada de Eduardo Cunha ao STF para a cerimônia de abertura do ano judiciário, a segunda autoridade a ingressar na sala vip da Corte foi Rodrigo Janot.

Tanto Cunha quanto Janot estavam acompanhados pelos seus respectivos assessores. Para evitar um constrangimento maior os dois se cumprimentaram rapidamente e um silêncio nada agradável tomou conta do lugar.

Com ambos olhando para a porta aguardando que alguém chegasse para amenizar a tensão do ambiente, entrou no recinto o ministro Marco Aurélio Mello.

Outros ministros foram para a sala, entre eles o da Justiça, Eduardo Cardozo, e o relator da Lava-Jato no Supremo, Teori Zavascki.

O inusitado encontro poderia até ser útil não fossem as formalidades do STF. Até hoje Cunha não foi notificado da decisão de Teori que lhe garantiu dez dias de prazo para apresentar sua defesa na ação em que Janot pede o seu afastamento do comando da Câmara.

Na prática, os oficiais de justiça só tentarão intimar Cunha a partir de amanhã. Devido a isso, o julgamento do processo de afastamento pode ficar para março.

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