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Brindeiro de volta?

Oito anos depois, Geraldo Brindeiro pode voltar ao cargo de procurador-geral da República. Isso mesmo. Se Dilma Rousseff não nomear o substituto de Roberto Gurgel ou reconduzi-lo até o dia 22, a chefia da instituição será exercida interinamente pelo subprocurador Eugênio Aragão até a escolha. Pelo regimento do MP, Aragão exerceria um mandato-tampão por ser […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 11h28 - Publicado em 1 jul 2011, 11h21

Oito anos depois, Geraldo Brindeiro pode voltar ao cargo de procurador-geral da República. Isso mesmo. Se Dilma Rousseff não nomear o substituto de Roberto Gurgel ou reconduzi-lo até o dia 22, a chefia da instituição será exercida interinamente pelo subprocurador Eugênio Aragão até a escolha.

Pelo regimento do MP, Aragão exerceria um mandato-tampão por ser vice-presidente do Conselho Superior. Só que Aragão não se reelegeu para o colegiado, cujos novos subprocuradores-conselheiros tomam posse em 9 de agosto. Na linha sucessória, Geraldo Brindeiro, por ser o decano, é quem chefiará os procuradores.

À primeira vista, parece uma hipótese remota. Mas não é. Além de Dilma indicar o novo procurador-geral, o escolhido tem que ser aprovado em sabatina feita pelos senadores.

O problema é que faltam apenas duas semanas para o recesso parlamentar, sem sinal de indicação e ainda com a votação da LDO galvanizando as atenções dos congressistas.

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