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Bretas manda prender Alexandre Baldy por desvios em contratos públicos

São seis mandados de prisão e onze de busca nas cidades de Petrópolis (RJ), São Paulo (SP), São José do Rio Preto (SP), Goiânia (GO) e Brasília (DF)

Por Robson Bonin Atualizado em 6 ago 2020, 12h37 - Publicado em 6 ago 2020, 07h49

A Polícia Federal cumpre nesta quinta mandados de prisão e de busca e apreensão autorizados pelo juiz Marcelo Bretas em mais uma fase da Operação Lava-Jato. A ação mira empresários e agentes públicos por fraudes em contratos federais da área da saúde.

São seis mandados de prisão e onze de busca e apreensão nas cidades de Petrópolis (RJ), São Paulo (SP), São José do Rio Preto (SP), Goiânia (GO) e Brasília (DF). Entre os alvos está Alexandre Baldy, ex-ministro de Michel Temer e atual secretário de Transportes Metropolitanos do governo de João Doria. Um pesquisador da Fiocruz também foi preso.

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Os presos responderão pelos crimes de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, e após procedimentos de praxe, serão encaminhados ao sistema prisional e ficarão à disposição da justiça.

Atualização às 12h30: “Nota da Secretaria de Transportes Metropolitanos. Na manhã de hoje (6), a Polícia Federal esteve na sede da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, em São Paulo, cumprindo mandado de busca e apreensão da Operação Dardanários, que foi expedido pela 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Importante ressaltar que tal operação não tem relação com a atual gestão do Governo de São Paulo. A STM colaborou junto à PF enquanto estiveram no prédio. Após as buscas, nenhum documento ou equipamento foi levado pela Polícia Federal”.

Atualização às 12h34: “Nota oficial da Assessoria de Comunicação de Alexandre Baldy. Alexandre Baldy tem sua vida pautada pelo trabalho, correção e retidão. Foi desnecessário e exagerado determinar uma prisão por supostos fatos de 2013, ocorridos em Goiás, dos quais Alexandre sequer participou. Alexandre sempre esteve à disposição para esclarecer qualquer questão, jamais havendo sido questionado ou interrogado, com todos os seus bens declarados, inclusive os que são mencionados nesta situação. A medida é descabida e as providências para a sua revogação serão tomadas”.

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