Clique e Assine por apenas R$ 0,50/dia
Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Bolsonaro apoia militantes que agrediram profissionais da saúde

'Se houve agressão, foi verbal. O que eles fazem o tempo todo conosco', disse o presidente na porta do Palácio da Alvorada

Por Robson Bonin Atualizado em 5 Maio 2020, 10h00 - Publicado em 5 Maio 2020, 09h19

Jair Bolsonaro abriu a terça-feira, há pouco, na porta do Palácio da Alvorada, fazendo pouco caso da agressão de militantes bolsonaristas contra profissionais de saúde que se manifestavam na frente do Palácio do Planalto na semana passada.

“Para vocês entenderem como é essa imprensa. Mandei levantar se houve corpo de delito. Não houve. Se houve agressão, foi verbal. O que eles fazem o tempo todo conosco”, disse Bolsonaro a uma mulher que apareceu na porta do palácio admitindo ter participado do ataque, mas dizendo que o ato silencioso dos profissionais de saúde tinha presença de “infiltrados”.

ASSINE VEJA

Moro fala a VEJA: ‘Não sou mentiroso’ Em entrevista exclusiva, ex-ministro diz que apresentará provas no STF das acusações contra Bolsonaro. E mais: a pandemia nas favelas e o médico brasileiro na linha de frente contra o coronavírus. Leia nesta edição.
Clique e Assine

“Houve um superdimensionamento daquilo pela mídia porque o interesse deles é tirar a gente daqui”, disse Bolsonaro.

Nesta terça, o UOL mostra que o homem que agrediu e intimidou enfermeiras na praça se chama Renan da Silva Sena, um militante bolsonarista empregado no Ministério dos Direitos Humanos, que não aparece no emprego desde março.

Continua após a publicidade
Publicidade