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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Antes da contaminação do chefe da Secom, Planalto já tinha onda de gripe

Servidores da Presidência que atuam nas áreas técnicas reclamam dos colegas que voltaram doentes do exterior

Por Robson Bonin 13 mar 2020, 13h40

Antes mesmo de o coronavírus ter contaminado o chefe da Secom, Fábio Wajngarten, servidores da Presidência da República já reclamavam pelos corredores do Planalto de uma onda de gripe nas assessorias técnicas do palácio.

É que muitos servidores viajaram para fora do país nas últimas semanas, para preparar as missões oficiais do governo, e retornaram doentes.

Até o próprio presidente ter entrado na lista de possíveis contaminados, o Planalto não tinha elaborado um plano de contingência para evitar a chegada do coronavírus.

Bolsonaro e seus principais ministros não pegaram o vírus de Wajngarten. Mas a paranoia está estalada no palácio.

Motivo? Diferentes integrantes do staff presidencial que foram aos Estados Unidos chegaram ao Planalto e levaram vida normal. Conviveram nas salas das assessorias técnicas, almoçaram no refeitório coletivo do palácio, conversaram pelos corredores, circularam, enfim.
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