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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Pedro Carvalho. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Ação de embaixadora contra Jean Wyllys foi discutida com Itamaraty

Maria Nazareth sugeriu o envio de um diplomata graduado, mas nem o governo imaginou que ela mesmo iria

Por Evandro Éboli - Atualizado em 18 mar 2019, 08h54 - Publicado em 18 mar 2019, 06h30

O episódio envolvendo a embaixadora Maria Nazareth Farani Azevedo e o ex-deputado Jean Wyllys, que terminou em bate-boca na ONU,  não foi algo impensado.

Antes de seguir para o local onde o antigo parlamentar do PSOL faria uma fala sobre o Brasil, Nazareth discutiu o assunto com o Itamaraty. Pediu instruções.

Num telegrama a Brasília, ela defendeu que deveria ser enviado um diplomata graduado ao evento, mas nem o Itamaraty imaginou que ela própria se destacaria para o enfrentamento com Jean.

A embaixadora foi cotada para ser a chanceler. Se Ernesto Araújo balançar no cargo, ela volta ao páreo. Ela ganhou um cabo eleitoral neste final de semana: a ministra Damares, que foi para as redes sociais rasgar elogios.

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