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Paulo Cezar Caju Por Paulo Cezar Caju O papo reto do craque que joga contra o lugar-comum
Buscar inspiração neste cenário será uma tarefa árdua e não consigo prever um favorito
Venho destacando Tiago Nunes e Vanderlei Luxemburgo há algum tempo, mas Corinthians e Palmeiras não apresentaram nada de bom nesse tal "novo normal"
Apresentador carregava uma pureza, um ar juvenil e misturava música e esporte como em uma roda de amigos. Sua partida é inaceitável
Para quem me pergunta quem será campeão do Paulistão, digo o seguinte: vou torcer para algum time do interior. Vai ser bom para dar uma renovada
É inegável: o português fez um ótimo trabalho no Flamengo. Mas não deixa de ser um técnico mediano, que estava na hora certa e no lugar certo
Treinador italiano da Atalanta não carrega títulos no currículo, mas sabe armar um time e detectar os pontos fortes de cada jogador
Finalmente entendi uma das bobagens em "Titês" que os jornalistas amam e comentam como se fosse a nova revolução da bola
Na retomada do futebol, muitos gols perdidos e estrelas fora de forma. E assim vamos nos iludindo com o “novo normal” - ou “me engana que eu gosto” da bola
Uma das grandes felicidades que o futebol me proporcionou foi a de conhecer pessoalmente o craque do Flamengo, Barcelona, Real Madrid e da minha infância
Faço aniversário no mesmo dia que o Maracanã, o local onde fui mais feliz, como torcedor e jogador
O avanço tecnológico conseguiu reduzir drasticamente o encanto das competições, sejam elas no asfalto ou nos gramados
Negros americanos vêm clamando por liberdade e respeito. No Brasil, essas mortes sempre são usadas politicamente
Em novo teste de memória, recordo esquadrões como o São Paulo de Gérson, o Santos de Pelé, o Palmeiras de Ademir e o Corinthians de Rivellino, entre outros
Recebi alguns puxões de orelha por não ter lembrado de alguns craques do futebol informal carioca. Espero não ser traído pela memória desta vez...
A prática de inventar problemas médicos para evitar convocações é muito cruel, mas no caso da suposta miopia do Rei foi um truque motivacional de Saldanha
Sem consultar o Google, recordo os craques que não tiveram reconhecimento, nem enriqueceram, mas encheram os olhos da torcida
No ano em que a conquista da Copa do México completa 50 anos, relembrarei curiosidades desse título inesquecível. Mas falemos antes do "João Sem Medo"
Independentemente do que diga a Fifa, nós jogadores podemos garantir a relevância das conquistas alvinegras na década de 60
O camisa 1 da seleção do Tri foi um goleiraço. Mas a imprensa prefere colocar holofote na defesa de Banks, coisa de cinema, na cabeçada de Pelé
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