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Paulo Cezar Caju Por Paulo Cezar Caju O papo reto do craque que joga contra o lugar-comum
O desinteresse pelos jogos repletos de veteranos em campo é tanto que até a turma que transmite tem dado suas cochiladas
Esse tipo de jogador, ousado e rebelde, foi perdendo relevância, mas é sempre a ele que os treinadores recorrem quando o bicho pega
O conselho de um leitor me ajudou a não soltar os cachorros nesse Brasil x Argentina e com os que aproveitam para ganhar um dinheirinho dos clubes falidos
Nessa última semana, busquei nos versos de Lenine o equilíbrio mental para suportar as internações de três amigos, praticamente irmãos, por Covid-19
Seguindo a mentalidade de nossos “professores”, talvez fosse melhor substituir o campo de futebol por uma pista de atletismo com uma baliza na chegada
O grande artilheiro alemão decidiu um amistoso em 1975 com um gol contra; depois, fomos todos festejar em uma boate em Ipanema
O craque argentino faria melhor se fosse para uma liga forte, como a inglesa. Na França – e olha que adoro aquele país – é como jogar baralho na pracinha
Estou em minha fase Nordeste, mas sou Botafogo e ouvir jogo ruim a base de caneladas não dá. Na minha época, 'construção por baixo' era obra do metrô
Cada bronze, prata ou ouro em Tóquio é uma emoção redobrada, o choro é mais intenso. Não são atletas profissionais, são brasileiros profissionais
Basta comparar o tratamento que dão a Felipão, do Grêmio, e a Roger Machado, do Fluminense. O técnico tricolor parece ser um qualquer, mas não é
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