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Paulo Cezar Caju Por Paulo Cezar Caju O papo reto do craque que joga contra o lugar-comum
Um grupo com Pelé, Garrincha, Nilton Santos e Didi não pode ser comparado a nenhum outro na história do futebol
Velha guarda da bola nunca assimilou a pendurada de chuteiras. O futebol era nossa vida e, sem apoio psicológico, acabamos nos deprimindo
Alguns jogadores podem se meter em confusões, mas continuarão sendo idolatrados pela torcida. Seus golaços e acrobacias em campo soterrarão as lambanças
Novos termos tornam o jogo atual ainda mais chato. Parece que comentaristas sonham ser técnicos e os técnicos sonham ser palestrantes de auto-ajuda
Podem perceber: destaques dos clubes do país são estrangeiros ou veteranos
Diante dos Golias do esporte, que os Davids se multipliquem, com seus jogadores baixos, magrelos e ensaboados
“Dar o meu máximo”, “lutar pelos três pontos”? Nada disso. Quero falar de futebol na linguagem do boleiro, sem o discurso professoral chato
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