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O primeiro blog brasileiro com notícias e comentários diários sobre o que acontece na política. No ar desde 2004. Por Ricardo Noblat. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A verdade, não mais que a verdade

Atingir a honra de um cidadão fere a alma da Pátria. Preserva-se o "um por todos e todos por um".

Por Gaudêncio Torquato 14 Maio 2018, 16h00 | Atualizado em 14 Maio 2018, 16h01

Qual o sonho de cidadãos do bem? Cantar um Hino de Louvor à Pátria, fazer loas aos parlamentares, se orgulhar dos ministros das altas Cortes, aplaudir quem entrega a uma senhora idosa a bolsa caída na rua, ceder seu lugar no ônibus aos mais alquebrados, agradecer a Deus por viver numa Terra de gente digna, honrada e respeitada.

Ouçamos a delação espontânea de um brasileiro tocado pela chama do civismo.

O Brasil é a terra da ética, do respeito aos valores morais que dignificam o Homem e do cumprimento das leis. Ninguém se desvia da retidão. O caráter é imaculado, herdeiro de uma cultura alicerçada no bem comum, na solidariedade, no culto às tradições, na religiosidade, no respeito aos mais velhos e às crianças e na repartição justa dos bens.

Atingir a honra de um cidadão fere a alma da Pátria. Preserva-se o “um por todos e todos por um”.

O sistema federativo é harmônico. Recursos se distribuem igualitariamente entre União, Estados e Municípios, provendo as necessidades fundamentais da população.

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A racionalidade administrativa gera riquezas para a Nação. O excedente exportado acarreta bilhões de divisas distribuídos pelas regiões produtoras e consumidoras.

O Congresso só vota leis fundamentais, cinco a seis leis por ano, como na Suíça. A política é voltada ao essencial. Nossa Carta Magna abriga diretrizes gerais, diferente de Constituições detalhistas, que atendem a setores, grupos, partidos, gêneros, regiões. Evita-se a proliferação de projetos de lei e emendas, a sociedade sabe do que precisa e o que é dispensável.

O dinheiro é gasto com parcimônia, cada tostão comprovado e de acordo com o se arrecada. Os governos mostram todos os centavos despendidos pelo país.

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Quase inexiste burocracia. Tudo flui. Malfeitor vai para a cadeia. A apuração dos delitos é rápida e a Justiça decide sem delongas. Parlamentares são comedidos e não se expõem em demasia. Aqui, política é missão e não profissão.

Campanha eleitoral se faz com rigor. Empreiteiras, bancos, grupos econômicos nunca financiam campanhas. Não existe “caixa dois”, “propina”, “cincão, quinzão, trintão”, que designam percentagens de intermediação. Pedágio é parada na estrada e não “comissão”.

O brasileiro tem um dos maiores índices de qualidade de vida do mundo. Culto, educado, alimentado, com um dos maiores PNFs (Produto Nacional de Felicidade).

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Cargos são distribuídos por mérito. As entidades se valem do pão cívico, alimento da Pátria.

Vaidades desapareceram, cedendo lugar à irmandade, ao companheirismo e à igualdade.

Nossos meios de comunicação lidam com a Verdade, sem dar vazão a mexericos, versões e denúncias grotescas, numa linguagem de decência e respeito.

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O palavrão sumiu, a cordialidade marca a boa educação. Não existe desamor. A mãe é o símbolo da grande virtude, não o destempero dos bárbaros.

Essa é a verdade sobre meu povo e meu país.

Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP, consultor político e de comunicação Twitter@gaudtorquato

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