Clique e assine a partir de 8,90/mês
Maquiavel Por Coluna A política e seus bastidores. Informações sobre Planalto, Congresso, Justiça e escândalos de corrupção. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Eleições: Alexandre Kalil e Rafael Greca largam como os maiores favoritos

Prefeito de Belo Horizonte tem 58% das intenções de voto, enquanto o de Curitiba ostenta 47%; ambos venceriam no primeiro turno se a votação fosse hoje

Por Da Redação - Atualizado em 7 out 2020, 16h06 - Publicado em 7 out 2020, 14h42

Os prefeitos de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), e de Curitiba, Rafael Greca (DEM), que disputam a reeleição, são os principais favoritos nas capitais na primeira rodada de pesquisas realizadas pelo Ibope após a confirmação das candidaturas. Se a votação fosse hoje, ambos venceriam a eleição no primeiro turno.

Kalil, que nunca havia disputado um cargo eletivo até ser eleito em 2016, é o que tem a situação mais confortável: tem 58% das intenções de voto, enquanto o pelotão que vem atrás é liderado numericamente por João Vitor Xavier (Cidadania), que tem apenas 4% e está empatado tecnicamente com os outros nove candidatos. Todos os adversários do atual prefeito somam 19%.

Já Greca tenta o seu terceiro mandato – antes, ele havia governado a cidade entre 1993 e 1996. O candidato do DEM tem 47% das intenções de voto, enquanto o seu perseguidor mais próximo, Fernando Francischini (PSL), tem 6% – ele, no entanto, está empatado dentro da margem de erro (de quatro pontos) com todos os outros quatorze candidatos. Os rivais de Greca somam 27 pontos percentuais.

 

Outro prefeito que disputa a reeleição e que sai com uma margem confortável em relação aos adversários é Gean Loureiro (DEM), de Florianópolis, que tem 44% das intenções e também poderia vencer no primeiro turno se a votação fosse hoje – mas a diferença para o conjunto de seus adversários, que têm 37%, é mais apertada, dentro da margem de erro de quatro pontos.

Situação semelhante ocorre com Bruno Reis (DEM), candidato do atual prefeito ACM Neto (DEM) em Salvador, que tem 42% das intenções de voto enquanto os seus rivais somam 32% – a diferença está fora, mas bem próxima, da margem de erro de quatro pontos.

Continua após a publicidade
Publicidade