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Felipe Moura Brasil Por Blog Análises irreverentes dos fatos essenciais de política e cultura no Brasil e no resto do mundo, com base na regra de Lima Barreto: "Troça e simplesmente troça, para que tudo caia pelo ridículo".

Dilma x Cunha: briga de amor não dói

Quero ver passar a caneta do impeachment

Por Felipe Moura Brasil Atualizado em 31 jul 2020, 00h16 - Publicado em 21 out 2015, 02h23

BRASILIA, DF,  BRASIL,  16-04-2015, 10h00: Presidente Dilma Rousseff, na foto cumprimentando o presidente da câmara dos deputados dep. Eduardo Cunha (PMDB-RJ),  participa, ao lado do ministro da defesa Jaques Wagner e do comandante do exército, general Eduardo Villas Bôas, de cerimônia comemorativa do dia do exército, no quartel general do exército, em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)

Foi assim a troca de carinhos entre a suposta presidente Dilma “Coringa” Rousseff (PT) e o presidente investigado da Câmara, Eduardo “Pinguim” Cunha (PMDB-RJ):

Dilma: “Lamento que seja com um brasileiro.”

Cunha: “Lamento que seja com um governo brasileiro o maior escândalo de corrupção do mundo.”

Dilma: “Meu governo não está envolvido em nenhum esquema de corrupção. Não é meu governo que está sendo acusado.”

Cunha: “Eu não sabia que a Petrobras não era do governo.”

Ok. Ponto para o Pinguim.

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Mas antes que essa briga de amor acabe em “feio, bobo e chato!” e “é você! é você!”, melhor Cunha acolher de uma vez o pedido de impeachment.

O governo do “maior escândalo de corrupção do mundo” não pode terminar com sua chefe impune.

Notinha da Folha:

“Dilma disparou contra Cunha, mas a articulação política do Planalto pediu que líderes não batessem boca com ele. Precisam ser ‘low profile’ para votar as medidas do ajuste fiscal.”

Cunha também pode ser ‘high profile’ para sepultar o teatro do governo.

Basta passar a caneta.

Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil

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