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Educação em evidência Por João Batista Oliveira O que as evidências mostram sobre o que funciona de fato na área de Educação? O autor conta com a participação dos leitores para enriquecer esse debate.
Municípios que "perderam" recursos com o Fundeb tiveram uma piora de desempenho? E os que "ganharam" mais recursos tiveram uma melhora de desempenho?
O custo de vida é diferente em diferentes municípios, e é pouco produtiva a ideia de estabelecer um custo-padrão para a educação.
As evidências mostram que só recursos não garantem o desempenho. Isso vale tanto para os municípios que gastam muito quanto para os que gastam pouco.
O “establishment” educacional brasileiro tem uma cultura anti-científica, avessa a números e pouco familiarizada com o conceito de evidências.
Não há uma tendência consistente de melhoria nas redes estaduais ou municipais. O que há são bons exemplos isolados de alguns poucos estados e municípios.
O senso comum pode sugerir que municípios maiores têm mais recursos humanos e financeiros, e, consequentemente, podem oferecer educação de melhor qualidade.
Premiados trazem evidências sobre o que pode funcionar. Enquanto isso, governos e empresários continuam gastando milhões de reais em iniciativas inócuas.
O que acontece com a criança na gestação e nos primeiros anos de vida tem enorme repercussão no desempenho escolar e no desenvolvimento ao longo da vida.
O que dizem as evidências sobre o impacto das creches e pré-escolas no desempenho de alunos das escolas públicas ao chegar ao 5º ano do ensino fundamental?
A grande maioria dos alunos brasileiros tem desempenho pífio, e os nossos melhores alunos têm desempenho mediano, quando comparados com os melhores do mundo
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