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Diário de um Escritor Por Flávio Ricardo Vassoler Um olhar para o cotidiano histórico e cultural da Rússia - mas muito além do futebol
Perto do túmulo de Dostoiévski um senhor conversa com o busto do escritor como se ele o ouvisse atentamente e lhe replicasse
Trechos da conversa com um putinista ferrenho, que prefere não ser identificado porque 'a Rússia e o livre pensamento não têm lá muitas afinidades eletivas'
A bordo do voo que vai de Kaliningrado (Königsberg) a São Petersburgo
Para a nossa sociedade, salvar a própria pele à custa do martírio só é digno de ser ovacionado quando o exemplo puder ser isolado em cruzes e pedestais
Mal chego a Sotchi e já me dirijo à datcha (casa de veraneio) em que o ditador Ióssif Stálin costumava passar os meses de agosto, setembro e outubro
Quem poderá negar que a participação em uma Copa do Mundo representa o ápice da carreira de um jogador de futebol?
Assim que começo a caminhar pela feira à russa, babuchka (vovó), espirituosa e rechonchuda, me pega pela mão e começa a conduzir este forasteiro
O suicídio do escritor, aos 36 anos, também pode ser compreendido à luz do autoritarismo contrarrevolucionário da União Soviética sob o punho de Stálin
A vitória em Stalingrado permitiu ao Exército Vermelho usar estratégias parelhas na sequência da Grande Guerra Patriótica
A cidade que seria dizimada pelos nazistas acabou se transformando no marco em que o curso da Segunda Guerra se viu revertido
Um caminho que leva a Samara, a cidade que teria se tornado a capital da União Soviética, caso Moscou tivesse caído nas garras dos piratas nazistas
Todos os escombros do mundo – grandes e pequenos, irregulares e reiterados – se acumulam e se transformam na cidade
A ourivesaria do detalhe, em Gógol, tenta estancar o fluxo irredimível do tempo com o mosaico (e o afago) da memória
A leste de Moscou, a cidade de Saransk abrigou o filósofo da linguagem russo Bakhtin durante o longo exílio a que o autor foi submetido pelas autoridades
Na Rússia, não poderia faltar a matriochka política. Da boneca maior, representada por Vladimir Putin, à menor, Lênin
A bordo do trem que vai de Níjni Novgorod a Kazan, 23 de junho de 2018
Monumentos em homenagem aos mortos durante a 2ª Guerra Mundial se sucedem vertiginosamente por Moscou
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