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Diário da Vacina Por Laryssa Borges A repórter Laryssa Borges, de VEJA, relata sua participação em uma das mais importantes experiências científicas da atualidade: a busca da vacina contra o coronavírus. Laryssa é voluntária inscrita no programa de testagem do imunizante produzido pelo laboratório Janssen-Cilag, braço farmacêutico da Johnson & Johnson.
Pesquisadores testaram o soro de vacinados e detectaram uma “pequena mas significativa” queda da capacidade de neutralização do vírus
Enquanto a União Europeia discutia um contrato para adquirir até 400 milhões de vacinas da Janssen, o Brasil colocava a tropa para produzir cloroquina
Desde o ano passado José Cássio de Moraes é responsável por colher dados que mostrem o motivo de os brasileiros estarem se vacinando cada vez menos
'Tomar vacina não é jogo de azar ou jogar a moeda para cima. É justamente o contrário: a vacina faz a moeda ficar viciada para te proteger', diz médico
Portadores de câncer fazem parte, ao lado de pessoas com doenças crônicas ou transplantados, da parcela da população que não poderá se vacinar
Sociedade Brasileira de Imunologia comparou as metodologias usadas nas vacinas da AstraZeneca, da Moderna e do Butantan
Resultados das fases 1 e 2 da pesquisa clínica da Janssen-Cilag, já revisados por outros cientistas, foram publicados no New England Journal of Medicine
O que precisamos saber para nos descolar de um simples número e encarar a pandemia de frente
Autoridades deveriam se preocupar em explicar que vacinação é segura e que é importante todo mundo se imunizar, diz médico
Imunizante é de dose única, pode ser armazenado em geladeira comum e tem preço baixo
O 'kit Covid' é a versão pandêmica do fictício “kit gay” invocado nas eleições de 2018
Anvisa foi informada de que um paciente brasileiro da pesquisa da Janssen apresentou, no dia 2 de janeiro, uma reação adversa grave não relacionada à vacina
A ideia é medir se duas doses podem fornecer proteção maior ou mais longa contra a doença
Notícias falsas são um desserviço para a ciência e para todos que lutam para conscientizar a população sobre o vírus, diz o biomédico Mateus Falco
Três semanas é o prazo estimado por cientistas para o contágio, internação e morte de pacientes expostos ao novo coronavírus nas festas de fim de ano
Se muitas pessoas forem imunizadas com vacinas, o vírus vai ter um território mais restrito para circular e menos chance de sofrer mutações
Se apenas poucas pessoas receberem a vacina, o vírus continuará a se espalhar perigosamente pela sociedade
“Aceito tomar a vacina de Oxford, mas não a vacina chinesa”, me diz um familiar no almoço de Ano Novo.
Estudos científicos sugerem que contaminação por aerossóis pode provocar formas mais graves de Covid-19
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