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Cidades sem Fronteiras Por Mariana Barros A cada mês, cinco milhões de pessoas trocam o campo pelo asfalto. Ao final do século seremos a única espécie totalmente urbana do planeta. Conheça aqui os desafios dessa histórica transformação.

Apesar da polêmica Trump, Ásia tem maior percentual de imigrantes

Nos Emirados Árabes, 88% da população é composta por estrangeiros

Por Mariana Barros Atualizado em 30 jul 2020, 21h00 - Publicado em 6 mar 2017, 15h33
Dubai, nos Emirados Árabes: país tem o maior percentual de estrangeiros segundo a ONU

Enquanto Donald Trump tenta barrar a imigração para o Estados Unidos a qualquer custo, são os países do Oriente Médio os que têm maior percentual de imigrantes em suas populações.

Segundo a ONU, quem encabeça a lista são os Emirados Árabes, onde 88% dos habitantes nasceram além das fronteiras. Dubai e Abu Dhabi costumam ser as cidades escolhidas para residência. Elas abrigam principalmente trabalhadores dispostos a aceitar empregos de baixa qualificação. Já refugiados vindos da Síria e de outras regiões de conflito não conseguem entrar no país. O mesmo ocorre em outros países prósperos do Golfo, o que levou a uma série de críticas da Anistia Internacional e do Human Rights Watch.

Em seguida, vêm Qatar, com 77%, e Kwait, com 74% da população composta por estrangeiros. Em Liechenstein, Andorra, Macao, Mônaco, Bahrein, Singapura e Luxembrugo os imigrantes também correspondem a mais de 50% dos moradores.

Já nos Estados Unidos, os imigrantes representam 13% dos habitantes, de acordo o Instituto Política Migratória (MPI, na sigla em inglês). Mas essa taxa vem crescendo depressa: aumentou 2,5% em apenas um ano, acompanhando uma tendência mundial.

No total, os imigrantes somam 13,2% da população do planeta, com movimentos impulsionados pelo surgimento de novas cidades e pelo inchaço dos grandes centros — muitos deles ultrapassarão a marca de 10 milhões de moradores nos próximos anos.

 

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