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Pedro Taques, governador de Mato Grosso, no Roda Viva: ‘Já existem condições para que seja votado o pedido de impeachment’

Procurador da República por 15 anos, senador entre 2011 e 2014 e governador de Mato Grosso desde 2015, Pedro Taques, que acaba de trocar o PDT pelo PSDB, foi o convidado do Roda Viva desta segunda-feira, transmitido ao vivo pela TV Cultura. A bancada de entrevistadores reuniu Leandro Loyola (editor-executivo de política da Época), Pedro Venceslau […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 00h07 - Publicado em 12 nov 2015, 15h50

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Procurador da República por 15 anos, senador entre 2011 e 2014 e governador de Mato Grosso desde 2015, Pedro Taques, que acaba de trocar o PDT pelo PSDB, foi o convidado do Roda Viva desta segunda-feira, transmitido ao vivo pela TV Cultura.

A bancada de entrevistadores reuniu Leandro Loyola (editor-executivo de política da Época), Pedro Venceslau (repórter de política do Estadão), Catia Seabra (repórter especial da Folha), Etevaldo Dias (jornalista) e Bruno Blecher (diretor de redação da revista Globo Rural e comentarista da CBN).

Segue-se uma amostra das declarações de Pedro Taques:

“Dizer que o impeachment é golpe é não conhecer a Constituição da República. Se é golpe, então a condenação do Supremo também é golpe, a do TSE é golpe, a do TCU é golpe, porque todos esses instrumentos estão previstos na Constituição”.

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“Existem condições para que a Câmara possa decidir sobre o impeachment. O processo é um instrumento de responsabilidade. A Câmara autoriza o julgamento do Senado. Isso faz parte da democracia. É um mecanismo constitucional”. 

“Estou no PSDB porque votaria a favor da Constituição de 88. O PT votou contra. Votaria na Lei de Responsabilidade Fiscal. O PT votou contra”.

O PSDB tem que ser mais incisivo em relação ao momento histórico que nós vivemos. Não é possível que nada ocorra diante dos equívocos e ilícitos já comprovados”.

“Não sou idiota para acreditar em uma defesa como essa do Eduardo Cunha. Você dizer que o dinheiro veio de carne moída vendida para a África é achar que o cidadão brasileiro não tem noção do que ocorre no mundo real”.

“Sou um governador de oposição. Governo para todos, mas fui eleito por quem se opõe ao governo federal”. 

Se houvesse no PSDB mais gente como Pedro Taques, Dilma Rousseff já seria ex-presidente:

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