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O time de Lula avança para o rebaixamento

Graças ao chefe ciumento e mandão, o camisa 10 do PT é um ex-prefeito surrado no primeiro turno da eleição de 2016

Por Augusto Nunes - 2 mar 2018, 12h09

É mais fácil Gilberto Carvalho deixar o posto de coroinha de missa negra para substituir o Papa Francisco do que Lula disputar em outubro a presidência da República. Depois da Operação Cartão Vermelho, as chances de Frei Betto virar cardeal são maiores que as de Jaques Wagner tornar-se o substituto de Lula na corrida presidencial. Sobrou Fernando Haddad.

Como todo populista autoritário, Lula transformou a cúpula da seita num amontoado de formidáveis nulidades. Graças ao técnico ciumento e mandão, hoje o craque do time é um poste que desgovernou São Paulo e foi surrado já no primeiro turno da eleição de 2016. As urnas de outubro condenarão o PT ao rebaixamento.

 

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