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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O assassino da verdade esqueceu de combinar com a foto

O desmoralizante olho no olho com Renato Duque confirmou que o chefão do maior esquema corrupto da história é um assassino patológico da verdade

Por Augusto Nunes Atualizado em 24 Maio 2017, 18h20 - Publicado em 24 Maio 2017, 18h19

No depoimento a Sérgio Moro, Lula primeiro declarou que ignorava a existência de laços de amizade ligando os companheiros delinquentes João Vaccari e Renato Duque, transformados em vizinhos de cela pela Lava Jato. Minutos depois, devolvido ao assunto por uma pergunta do juiz, derrapou na contradição.

Ou por ter sido mal ensaiado pela tropa de bacharéis, ou porque é muita mentira para uma memória só, explicou por que pedira ao gatuno que promoveu a tesoureiro do PT que agendasse um encontro com o larápio que instalou numa diretoria da Petrobras: “O Vaccari tinha mais relação de amizade com ele do que eu, que não tinha nenhuma”.

Nesta terça-feira, a divulgação pelo site de VEJA da foto em que aparece ao lado de Duque, num desmoralizante olho no olho, confirmou que o chefão do maior esquema corrupto da história é também um assassino patológico da verdade. Candidato a presidente da República, merece ser eleito presidente do sistema penitenciário ─ pelo voto direto dos companheiros de gaiola.

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