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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Nas próximas horas, o Supremo Tribunal Federal vai decidir o próprio destino

Muito mais que a pertinência dos chamados embargos infringentes (bom nome para produto de limpeza), muito mais que o futuro imediato de 11 dos condenados no julgamento do mensalão, o Supremo Tribunal Federal estará decidindo, a partir desta quarta-feira, o próprio destino. Se os ministros entenderem que é hora de dar um basta a chicanas […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 05h25 - Publicado em 11 set 2013, 13h33

Muito mais que a pertinência dos chamados embargos infringentes (bom nome para produto de limpeza), muito mais que o futuro imediato de 11 dos condenados no julgamento do mensalão, o Supremo Tribunal Federal estará decidindo, a partir desta quarta-feira, o próprio destino. Se os ministros entenderem que é hora de dar um basta a chicanas e truques protelatórios, o Brasil ficará mais próximo do Estado Democrático de Direito que há dezenas de anos é apenas um esboço. Se as manobras dos quadrilheiros forem encampadas pela maioria dos juízes, o país saberá que o único dos Poderes ainda não inteiramente aparelhado pelo lulopetismo finalmente capitulou.

Em poucas horas, o STF dirá se está disposto a crescer ou preferiu apequenar-se para sempre.

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