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Missa negra

“Temos leque de alianças muito sólido. Mesmo com a saída do PSB, parte importante do PSB não acompanhou a saída. Uma militância representativa ficou no governo, como é o caso do governador Cid Gomes”. Aloizio Mercadante, ministro da Educação, fingindo ignorar que Cid Gomes já está no PROS para jurar que a missa negra ocorrida […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 05h12 - Publicado em 12 out 2013, 18h05

“Temos leque de alianças muito sólido. Mesmo com a saída do PSB, parte importante do PSB não acompanhou a saída. Uma militância representativa ficou no governo, como é o caso do governador Cid Gomes”.

Aloizio Mercadante, ministro da Educação, fingindo ignorar que Cid Gomes já está no PROS para jurar que a missa negra ocorrida nesta sexta-feira no Palácio da Alvorada, que juntou o Herói da Rendição a Lula, Dilma Rousseff, Rui Falcão, João Santana e Franklin Martins, foi convocada porque o chefe-supremo da seita queria celebrar com seus sacerdotes o insucesso da aliança entre Marina Silva e Eduardo Campos.

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