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Justiça mantém o bloqueio dos bens acumulados por Rose Noronha nos bons tempos de segunda-dama da República

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região rejeitou nesta terça-feira recurso encaminhado por Rosemary Noronha reivindicando a cassação da liminar que tornou seus bens indisponíveis. O patrimônio de Rose cresceu significadamente entre 2003 e 2012, quando foi ao mesmo tempo chefe do escritório da Presidência em São Paulo e segunda-dama da República. É o Instituto Lula […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 30 jul 2020, 23h43 - Publicado em 13 jan 2016, 17h08

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região rejeitou nesta terça-feira recurso encaminhado por Rosemary Noronha reivindicando a cassação da liminar que tornou seus bens indisponíveis. O patrimônio de Rose cresceu significadamente entre 2003 e 2012, quando foi ao mesmo tempo chefe do escritório da Presidência em São Paulo e segunda-dama da República.

É o Instituto Lula que banca os honorários do batalhão de advogados que lutam para manter em liberdade a primeiríssima amiga do chefe, enquadrada por improbidade administrativa e tráfico de influência. Sempre que baixava em São Paulo ou embarcava no Aerolula para mais uma viagem internacional, o então presidente tinha na prestativa servidora da pátria o seu porto seguro.

Porto Seguro é o nome da operação da Polícia Federal que desvendou as maracutaias em que se meteu a poderosa quadrilheira. O casal jura que não se vê há mais de três anos. Poderá reencontrar-se em algum tribunal.

http://videos.abril.com.br/veja/id/f60fcefdb831964f73bd904c61f0d112?

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