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J. R. Guzzo no Sem Edição com Augusto Nunes: Com ou sem impeachment, os dois terços de insatisfeitos devem preparar-se desde já para ganhar as eleições

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  1. Comentado por:

    esther correa

    Augusto querido
    Fantástico você e o Guzzo, sempre brilhantes. Agora, o nome do programa=”sem edição” é horrorozo em face do “aqui entre nós”. Parece que a Veja cada vez mais faz coisas péssimas para si. Auto destruição? Sei lá, não sou psiquiatra. Devaneios a parte, o sem edição foi espetacular. Adorei= a transnordestina está cada vez menor após quase 50 anos de desconstrução. O trem “fantasma”continua apitando e não tem prazo para começar, apesar de existir uma estatal especialmente criada para ele. Desconfio que a corrupção rende mais quando ha prejuízo, não sei por que. A transposição do velho Chico será com a transnordestina, “dimiói” cada vez mais, a suposta obra do suposto e suposta presimentes. Adondé que vamos parar? Já paramos, estagnamos, paralizamos, ai, ai…

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  2. Comentado por:

    esther correa

    Ah, Augusto, o Lula já disse que os pobres vão ter de comer só arroz. Que canalha para aquele que um dia disse que o pobre comeria 3 “refeição” por dia.

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  3. Comentado por:

    JRG

    LEIAM O COMENTÁRIO DO J. R. GUZZO, AMIGOS. O RECADO É PARA O OLIVER, MAS TODOS NÓS AGRADECEMOS.
    Caro OLIVER
    Se você (e outros leitores que fizeram, na essência, as mesmas observações que você fez em seus comentários) me permitir alguns esclarecimentos, gostaria de começar chamando a atenção para aquilo em que estamos de acordo. Como disse na conversa com o Augusto — talvez de forma menos clara do que deveria — tenho certeza de que todas as manifestações públicas contra os governos Lula-Dilma-PT são absolutamente corretas, decentes e eficazes. Também disse que a principal disputa política no Brasil de hoje envolve a liberdade: há um lado, o do governo, que é contra as liberdades públicas e individuais, e outro, o dos que se opõem ao governo Lula-Dilma-PT, que é a favor. Esse lado que não aceita a tirania, e que é tão visível nas manifestações de rua, está prestando uma imensa ajuda ao país. Acredito, igualmente, que o sistema representado por essa trindade e o seu entorno de “movimentos sociais”, etc. etc.) (o “projeto”, como dizem) é essencialmente anti- democrático, e faz tudo o que pode para socar no Brasil um Estado totalitário. Isso dito (e mais o que vier na mesma linha), acho que a maneira mais realista, objetiva e eficiente de consertar a situação são as eleições. É o que está na lei. É o que se pode fazer, concretamente, na esfera das ações práticas. É o que levará o “projeto” embora. É o que está disponível. Não disse em nenhum momento que trabalhar para ganhar as próximas eleições signifique desistir dos protestos em praça pública. Não me lembro de ter proposto que as pessoas se conformem com a situação – ao contrário, disse que todos os que não querem esse governo precisam trabalhar muito, e desde já, para trocá-lo por outro em outubro de 2018, como previsto na lei. Enfim, concordo que existe nas forças pró-governo a determinação de usar os instrumentos da democracia para fraudar a democracia. Por isso mesmo, também, é essencial começar já a campanha por 2018. Se tivesse havido, nas eleições de 2014, o mesmo trabalho que foi capaz de levar milhões de pessoas à rua, somando aí todas as manifestações ocorridas no ano passado, o resultado final poderia ter sido outro.

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  4. Comentado por:

    esther correa

    Depois de ler todos os comentários digo que o JR Guzzo é brilhante, mas, não concordo com ele quando diz para esperarmos até 2018. É muito simplista esse raciocínio, já que o tempo URGE e em 2018 só teremos terra arrasada, mais ainda. Conforme o tempo passa estamos cada dia mais pobres. Parabéns para o comentário do Oliver, sempre certeiro. Concordo com tudo o que ele disse e assino embaixo, se ele me permite.

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  5. Comentado por:

    Valentina de Botas

    Foi para Opinião, Valentina. Um abraço. Naomi.

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  6. Comentado por:

    norma

    Imagine a cena: os repórteres se preparando para fazer as perguntas no café da manhã com a presidenta, e recebem uma lista de perguntas “proibidas” de serem feitas. Um desavisado, chega atrasado e sem a lista já tasca:
    – Vossa Excelência poderia explicar porque,nesta crise financeira,ainda mantém as estatais do trem bala, dos hospitais públicos, da NBR(TV federal), e do Sâo Francisco,
    que além de não saírem do papel já deram milhões de prejuízo ao erário?
    – Tomem o pão de queijo dele!
    Esta turma tava era com fome! Olha o self depois da barriga cheia!

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  7. Comentado por:

    Oliver

    GANHEI A NOITE
    Só o fato de ter chamado a atenção dos dois melhores pensadores desta casa já me deixa bem maior do que imagino ser. Acho que o Guzzo, tal como FHC, tem uma fleugma ao escrever que é admirável. É a mesma coisa que vi em Obama em seu “State of the Union” que comentei aqui mesmo, janelas abaixo deste mesmo pavimento. É um poeta, da dura poesia concreta de tuas esquinas. Nem interessa o assunto em questão. É a sagacidade, o tirocínio, o apreço pela boa informação e pela história bem contada. Receber uma réplica sua é como se o próprio presidente americano, entre todas aquelas intermináveis pausas para o aplauso igualmente interminável, olhasse para a câmera fixamente e mandasse um: – Ei psit !!!, você aí da cadeira… para mim mesmo. Espero que não pareça gozação o que é pura homenagem e admiração. Entendo, no entanto, que a necessidade falou mais alto ainda do que a réplica. Foi de outro medalhão que frequenta esta paragens, Neil Ferreira, a afirmação de que “piada não se explica”. Pois é. Entendo que a mordacidade somada a uma bela dose de ironia de boa safra pode gerar algum tipo de “desinteligência” entre as partes envolvidas. De minha modesta casamata eu entendi tudo, sem contestações. Até a “suposta” conformidade com o “causo”, que parece bem mais um desagravo que um conformismo. Só posso agradecer a resposta, como o fez elegantemente meu irmão de pais e mães diferentes, cuja a atenção é recíproca. Se ambos me permitem uma colherzinha de ironia em toda essa deferência, eu insistiria em reiterar que ensinar essa oposição a ser oposição que me parece, esse sim, um precioso tempo perdido. Eles se esforçam para perder, meu caro Guzzo. Num misto de benevolência rampeira com oportunismo barato, misturado com absurdas doses de ideologia que não para em pé. Como esperar que essa turma faça sua lição de casa para 2018 é que são elas. Não farão. Minha mala sempre pronta para a próxima viagem não me cansa de me lembrar que são eles, e não os petralhas, que vão me fazer ir embora dessas terras para nunca mais voltar. É essa oposiçãozinha raquítica, mal ajambrada, que não liga o nome à pessoa nem liga uma coisa na outra, que é a senha para um país que jamais vai dar certo, porque se esforça constantemente para dar errado. Ainda temos na manga um governo Alckmin, um Marina, um Jaques Wagner, um Aécio, um Serra e tantos outros “mais esquerda que o PT” para darem os ares de suas graças nas próximas eleições por aqui. É uma fauna considerável. Considerável para fazer as malas, antes que seja tarde. Que não pareça uma capitulação o que é um projeto pessoal mesmo. Unir a fome com a vontade de comer gordura saturada e bacon. Disse-me um dia um grande amigo que “vivemos da nossa necessidade de nos expressarmos”. Bingo. Eles não andam querendo que nos expressemos muito bem por aqui. Simples assim. De minha parte, farei o que for possível para ver o barba na cadeia bem de perto, como um exemplar de um bicho raro, que se abate de vez em quando, quando aparece fuçando na relva e na lama. Se isso vai representar nosso grito de liberdade, eu sinceramente não sei. Seguramente não me fará mais feliz, apenas aliviado. Eu vivi para ver o PT morrer. Para me dar razão. Para uma vitória fugaz do bom senso sobre a rapinagem. Já não era sem tempo. Abração a todos.

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  8. Comentado por:

    Oliver

    TÁ BOM MAS TÁ RUIM
    Permite a carona?
    Faz tempo que estou querendo comentar o que acabou fazendo a esther correa – 19:11. Eu completaria criando um slogan para o “Sem Edição”. Seria algo assim: “Sem Edição – o programa que achincalha já no nome o pobre editor que ficou faltando” ou coisa parecida. Sei que a intenção é a de parecer um “gravado ao vivo”, sem recursos de edição que atenuariam eventuais problemas, mas o tiro retórico sai pela culatra conceitual avariada. Profissionais de tevê olham esse nome como uma afronta. Algo como “Sem Luz”, ” Sem Cenário”, ” Sem Sonoplastia” e por aí vai. ” Sem recursos”, poderíamos traduzir. Não levantei essa lebre antes por não ter um nome à altura na algibeira de pronto para sanar essa desgraça. ” Sem Corte”, quando o programa é todo cortado seria hilário. “Sem Censura” piorou. Que tal ” Sem as Mãos”? “Sem Lenço Nem Documento”. A lista é interminável. Pior que isso só a famosa cacofonia televisiva protagonizada pelo canal Mulher, do bispo, que resolveu colocar em sua grade de programação o perigoso “Pauta Livre”. Juntando o terrível nome com o ainda mais terrível slogan da emissora, ficamos com o abominável “Pauta Livre, no Canal da Mulher Brasileira”. Pesquisem que é verdade. O CD Gospel da cantora Clara Pinto também é um primor. Chama-se “Nas Mãos de Deus”, o que garante o riso do primeiro cacófono indecoroso que conheço: “Clara Pinto nas Mãos de Deus”. Um mimo. Simbora que atrás vem gente. Abração, amigo Augusto. Sem Edição hoje, hehehe.
    Maravilha, grande Oliver. abração

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  9. Comentado por:

    Yara

    Guzzo diz que eleições “é o que está na lei. É o que se pode fazer, concretamente, na esfera das ações práticas”. O impeachemnt, por acaso, não está previsto na Constituição? Collor não foi impedido, e por muitíssimo menos? Que ele não seja favorável ao impeachemnt é um direito dele, mas não pode dizer que “é o que está disponível”.

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  10. Comentado por:

    Textículos do Jota (ES)

    Quando são flagrados pela polícia praticando os meios criminosos na tentativa de atingirem os asquerosos fins da locupletação eterna, os esquerdistas se revelam em três tipos: o que se imola e não delata; o que só conta o que convém à “causa”; e o que escapa da Justiça sacrificando cúmplices, filhos, parentes e agregados. Quantos aos demais comparsas, pilantras que não são de esquerda nem de oposição, são de posição governista, sejam eles já condenados, com um pé na porta do camburão ou disfarçados de respeitáveis homens públicos, não passam de hienas que comem a carniça deixada pelas feras. Fazem parte da comitiva que dá sustentação ao social-democratismo terrorista narcotraficante bolivariano internacional para que depredem o Estado Democrático de Direito sem serem incomodados. José Roberto Guzzo tem razão: o Brasil merece Dillma, o PT e corja companheira até o fim do mandato, caso os tribunais não venham a cumprir com as suas obrigações. Nenhum brasileiro tem o direito de dizer que desconhece a megarroubalheira. O eleitorado escolheu o pior porque quis. Se depois de todos esses anos de decadência em todas as áreas possíveis e imaginárias, a esquerda vier a vencer em 2016 e 2018, será porque o Brasil ainda não aprendeu o que é ter vergonha na cara.

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