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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Ganhá ou perdê

“Não acho que quem ganhá ou quem perdê, nem quem ganhá nem quem perdê, vai ganhá ou vai perdê. Vai todo mundo perdê”. Dilma Rousseff, em setembro de 2010, ao declarar-se contrária a um plebiscito sobre a legalização do aborto, provando que o neurônio solitário não ganhou nem perdeu nada nos últimos quatro anos.

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 01h46 - Publicado em 26 mar 2015, 19h18

“Não acho que quem ganhá ou quem perdê, nem quem ganhá nem quem perdê, vai ganhá ou vai perdê. Vai todo mundo perdê”.

Dilma Rousseff, em setembro de 2010, ao declarar-se contrária a um plebiscito sobre a legalização do aborto, provando que o neurônio solitário não ganhou nem perdeu nada nos últimos quatro anos.

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